Tags

,

A minha chegada a Utrecht foi um pouco atribulada, arrisquei em ter vindo sem ter casa, mas como diz um célebre amigo meu: “Tudo se há-de compôr!”. E compôs-se.  Já tenho casa, mas encontrá-la não foi fácil, pensava que os tipos do SSH (empresa que arrenda as casas aos estudantes) me conduzisse ao local, mas não foi o caso, tive de encontrá-lo sozinho. Por 400 € de renda por mês, acho que não lhes ficava mal levar o pessoal ao local. Normalmente não é difícil encontrar os sítios por aqui, mas desta vez perdi-me, e por coincidência, encontrei a outra residência que tinha o mesmo aspecto que a minha. Eu na minha inocência pensava que tinha chegado ao local, mas enganei-me. Na imagem pode-se ver na minha mão, a chave do apartamento nº 121, mas este não apareceia nas caixas do correio, o que me deixou frustradissímo. Estava cheio de fome e com as malas ás costas, andar perdido com aquele peso todo é daquelas coisas chatas que nos acontecem de vez em quando… Então apreceu um tipo asiático que morava lá e mostrei-lhe o sítio que pretendia encontrar, a resposta dele foi: “I have no idea where that is! But it’s not here…”. Lá foi eu mais uma vez com as malas ás costas á procura do lugar. Mas como a fome era “negra” decidi parar num desses “restaurantes”, o facto da palavra estar entre aspas é para sublinhar o facto de aqui se comer muito mal e ainda não  encontrei um restaurante digno desse nome. O dono do rstaurante era Egipcío e estivemos a falar sobre a selecção Portuguesa de futebol, enquanto eu comia algo que se parecia com frango frito com batatas fritas, a única coisa que teve o sabor que eu esperava foi a Coca-Cola! Mas o senhor era muito simpático e lá me indicou a direcção certa.

Foram-me requisitadas fotografias cá do sítio, ei-las🙂 :

Este é o meu quarto, estas são do resto da casa:

A universidade:

Vemo-nos numa próxima paragem….😉