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Acabei agora de ver um documentário sobre um assunto um pouco delicado. Um homem e uma mulher na casa dos vinte anos eram meio-irmãos, mas não conheciam. Foram apresentados e apaixonaram-se. Iniciaram um relação amorosa.

Um dia, a mãe de ambos  encontrou-os no sofá a terem sexo. Denunciou-os à polícia e forma acusados de incesto. Tiveram de ficar separados até sair a decisão do tribunal. A sentença foi quer podiam ficar juntos, mas não podiam ter sexo. Eu não sei o que é mais ridículo, se a sentença final, ou se o facto de isto ser considerado sequer um caso, pois era consensual.  Não sei se houve reconciliamento com a mãe.

O que eu tenho a dizer sobre isto, e mantendo coerência com as minhas posições, se não prejudicam ninguém, não vejo nenhum mal nisto. Nem sequer me causa qualquer efeito de repulsa, muito pelo contrário. São duas pessoas livres de espírito. No entanto podemos argumentar os danos morais que causam à mãe, e possivelmente ao resto da família. Mesmo assim, não vejo nada de errado, acho que é daquelas coisas que deve ser julgado no seio familiar e nada tem a ver com justiça.

Uma coisa é certa, se já bater muito no fundo do poço um gajo não conseguir ter gaja, ter uma e não poder estar com ela por ordem do tribunal é um “cock blocker” daqueles… “block cocker” prós amigos.😀