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Atenção, não vou falar de futebol.

“José Eduardo Bettencourt quer que todos os funcionários do clube passem a ser “dignos, elegantes e discretos” no vestuário que adoptam, quando em representação do Sporting.

A recomendação foi feita aos funcionários através de uma norma interna, com a justificação de que o clube tem de se apresentar de acordo com a sua história centenária.

Na comunicação é desaconselhada a utilização de gangas, chinelos, calções e ténis, bem como a exposição de piercings ou tatuagens a todos os que tenham contacto com o público.” (Daqui)

José Eduardo Bettencourt foi eleito presidente do Sporting em 2009, não em 1909. Só para dissipar as dúvidas que possam surgir. Houve uma altura em que era assim, estas regrinhas de boa aparência, mas felizmente já acabou.

Sempre achei que o dress-code é uma ditadura do politicamente correcto. É uma forma de bloquear qualquer tipo de marca pessoal e criatividade, sucumbindo a padrões de comportamento externos. É uma questão de aparências, nada mais.

No entanto, tenho de dar a mão à palmatória, o dress-code é importante nas empresas, e os clubes de futebol são isso mesmo, na actualidade. Mas estamos a falar de jogadores de futebol, for God’s sake! É para ter muitos gajos tipo Costinha que o Bettencourt quer implementar esta regra?