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Casas rentes ao chão, apegadas umas às outras numa metáfora da proximidade entre as pessoas desta terra, atravessadas por ruas estreitas que as recortam vertiginosamente, culminando em paisagens de planícies povoadas por rochedos, pinheiros que escaparam ao aparente inevitável destino de Verão, mata rasteira, e montanhas.

Em Celorico da Beira.

Em Trancoso, e mais castelos…A entrada na cidade (mais pequena que Ponte de Lima que é uma vila, uma questão de títulos) é por uma passagem estreita. Fica aquela sensação de se entrar na casa de alguém, aquela serenidade muito nossa.

Encontramos o local das gravuras rupestres, em Foz Côa, conduzidos por um GPS com o meu sentido de orientação. Quando lá chegamos, fomos confrontados com a impossibilidade de visitar as famosas inscrições milenares devido à falta de marcação prévia, e terá de ser em grupos de 20 pessoas. Way to go…Razões, não sei, acabamos por visitar o museu. São 5€.

Numa terra perto de Maçal do Chão. Esta primeira imagem é mesmo uma forca, onde enforcavam pessoas. Não sei como aquilo funcionava, não tinha altura suficiente para que o condenado não tocasse com os pés no chão. De alguma forma havia de ser, para apertar o pescoço temos nós imaginação.