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Caro Pai Natal,

desde sempre, soube que eras a imagem de marca de um refrigerante, baseado num santo qualquer, envolta em lendas de uma país gelado. Nunca acreditei na tua existência, embora simpatizasse com a tua figura, símbolo de uma infância feliz, nesta época de árvores iluminadas e prendas prontas a desembrulhar.

Eis o que te peço, acreditar em ti. Eu quero acreditar no Pai Natal. Se me ofereceres um iate, eu vou acreditar que és o Belmiro de Azevedo, apenas quero acreditar na tua existência, ofereces-me isso?

Faz dos teus duendes, alquimistas. Criadores de uma pedra filosofal de carregar ao peito.