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..faria um vídeo onde explicava que o país gastou o dinheiro no esforço de guerra para travar o avanço da União Soviética de Estaline, evitando coisas terminadas em “troika”, e depois perguntava  onde nós gastamos o dinheiro só para ver o que  dizíamos. Deve ter sido em paletes de chã enviadas para Inglaterra, para eles aprenderem  a bebê-lo ás 5. É uma questão de prioridades, impedir a tomada do país pelos comunistas, ou construir 10 estádios para as 357 pessoas que costumam encher a maioria deles.

O  desespero, saloiice e falta de nível que transbordam neste vídeo, que podia fazer parte da campanha eleitoral do PNR, explicam as razões para ter chegado a esta situação. O show-off, o superficial sobre o conteúdo, o fazer  “para inglês ver”, e até resultou, dado que emprestam a voz para publicitar a invenção do pastel de nata, numa ironia tão poética que só um português se sujeitaria. Do mesmo nível será um alemão a vender gás em Israel.

Não digo que os finlandeses que estão a favor da ajuda a Portugal, devam mudar de opinião, depois desta demonstração de orgulho bacoco e complexo de inferioridade, eles vão-nos ajudar porque provavelmente acreditam no projecto europeu, ou porque vão lançar 10 novos modelos da Nokia pintados de vermelho e verde em exclusivo para terras lusas.

Eu orgulho-me da minha terra, refiro-me ao Minho,  não conheço o Sul apesar de beneficiar dos impostos daquela população, por razões muito pessoais, que dispensam invocações deste género. Não faltará muito até que essas razões carecerão dessa invocação do passado, dada a politica alienígena que tem sido praticada ao longo destes anos, e tem feito de nós pessoas muito felizes.

Eis o dito cujo.

ps: No vídeo, esqueceram-se de referir que o José Saramago e o Fernando Pessoa escreveram em português. São detalhes para quem pretendia relevar as conquistas lusitanas, comparando com o facto de ter havido muitos reis sem trono em Cascais, durante a segunda guerra.