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Coliseu do Porto, dream theater, James Labrie, John Petrucci, Jordan Rudess, música, Mike Mangini, Mike Portnoy
Há concertos quem sabemos de antemão, se vão ser bons ou muito bons, este foi um afirmação de poder. Depois da saída de um dos membros fundadores da banda, o carismático baterista Mike Portnoy, era de esperar um tempo de reflexão, mas não. Foi uma questão de meses até à criação de um novo álbum e uma tour já com o novo baterista, Mike Mangini.
Em relação a ele, a reacçãofoi o público a gritar “Mangini!Mangini”, o que o fez ficar genuinamente emocionado. É de salientar a sua comunicação com o público, algo aproveitado com várias câmaras na bateria, fazendo close-ups, salientado a sua linguagem emocional, que transmite na perfeição a energia da música de Dream Theater. Musicalmente, é brilhante, e a bateria dele impõe-se em palco, é um set fantástico.
Há uma frescura, uma coesão e solidez, que não se esperava após a “Dramatic Turn Of Events” que foi a saída do Portnoy, as grandes bandas são assim. E tomo a liberdade de generalizar, as grandes ideias e as grandes pessoas são assim, adaptam-se ás mudanças, e dão-se ao luxo de sair melhores.
A setlist foi muito boa, recuperaram a “Great Debate” do álbum “Six Degress Of Inner Turbulence”, que ao vivo resulta na perfeição.Abriram com um clássico “Under A Glass Moon”, e fecharam com o épico “Count Of Tuscany”. No entanto, reparei que noutras paragens tocaram mais uma ou duas músicas, não terá sido por falta de entusiasmo do público, talvez cansaço, têm tido concertos em dias seguidos e já não vão para novos. Ainda assim gostaria que tivessem tocado a “Metropolis”, ou a “Learning to Live”..
Intro
Under a Glass Moon
These Walls
Forsaken
Endless Sacrifice
Drum Solo
(by Mike Mangini)
The Ytse Jam
Peruvian Skies
The Great Debate
On the Backs of Angels
Caught In A Web
Through My Words
Fatal Tragedy
(Encore) The Count of Tuscany

