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Não é bem uma comédia romântica, tem apenas esse tom, uma relação disfuncional entre um aspirante a escritor e uma rapariga fútil, serve de justificação para um escape da realidade contemporânea através de viagens no tempo até paris dos anos 20, populada pelos ídolos literários do homem atormentado pelo presente, com quem se aconselha.
A ilusão  de uma época dourada no passado onde nos adequaríamos melhor, é um plot sempre actual, para um dos melhores filmes do Woody Allen. A ideia deste filme é bastante clara, bem como o diálogos entre vários personagens  famosos da arte, Ernest Hemingway, Matisse, Dalí, etc. Curtas biografias, de certa forma representando várias correntes artísticas, inspirando o persongem principal que deambula por essa realidade onírica à procura de orientação.