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E não há melhor maneira de ser.  Palavras dele.

Urbano Tavares Rodrigues traduziu uma obra maravilhosa que me tem marcado, o Decameron de Boccaccio. Mal eu sabia que tal obra se confunde, pelo humanismo renascentista, com o homem que acaba de nos deixar.

“(…) que ao pecaminoso do sentimento opõe o direito à felicidade dos sentidos ou, pelo menos, cobre com a lei irresistível do amor as desculpávies fraquezas dos humanos (…)”

Prefacia-a assim. Obrigado.