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“O socialista é muito bom a gastar o dinheiro dos outros.”

A bredoada foi aliviada por Paulo Portas em Espanha, onde se ajuntou a tribo ibérica do PP. Acrescentou também que “(…) quando acaba o dinheiro chamam-nos a nós e a vocês para compor as coisas”. A punch-line da performance foi “Portugal is back!”, o homem aprecia as artes de palco.

Não discordo totalmente da afirmação, mas retiro-lhe o sentido caceteiro. O financiamento dos belos discursos, das mini-utopias irrealizáveis, é tema para outra conversa, mas não se gaste aqui todos os cartuchos, embora a criatura mereça ser corrida com chumbo.

Paulo Portas ainda vai a tempo de falar da solução utilizada para tal prodígio económico,  o mais desavergonhado saque do contribuinte da História de Portugal. Devem estar inchados de orgulho, os PP’s.

Os socialistas gastam o dinheiro dos outros, os populistas enriquecem com o dinheiro dos outros, veja-se lá como estas tribos se assemelham, e a coisa não se resume à fonética da rima.