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O meu pai, quando evocava a História do Benfica,  pontuava o seu orgulho nomeando os vários jogadores que ergueram taças de águia ao peito, que me precederam no tempo, que perduram na eternidade das imagens desbotadas. Quando dizia Mário Coluna, o “Monstro Sagrado”, prestava-lhe a homenagem de uma pausa. O seu epitáfio será a exclamação das memórias.

Imagem daqui.