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Nestes últimos anos, o Blitz travestiu-se de Correio da Manhã da música, intercalando capas com os Nirvana e tripes da Amy Whinehouse. Desta vez, notícia duas pérolas de crítica musical:

“O heavy metal é totalmente gay”, aqui.

“O rock atingiu um mínimo histórico”, aqui.

A discussão sobre a sexualidade no metal é tão relevante e fundamentada quanto a a homossexualidade intrínseca do futebol ou do râguebi: homens suados de roupas justas em contacto físico intenso. Na minha inocência, pensava ser um requisito sentir desejo sexual por um homem para que se justificasse tal classificação. Mas este bitaite é apenas uma provocação sazonal e sem ofensa.

Quanto à segunda afirmação, procurar a vitalidade do rock ou do metal nos charts dos discos mais vendidos, ou nos cartazes dos festivais, é um erro de observação,  o metal é underground. Que as guitarras tenham desaparecido das músicas mais populares é completamente irrelevante, pois perduram no metal.