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Não somos.  Esta apologia à liberdade de expressão sob a forma de caricatura tem, necessariamente, de começar na capacidade libertadora dos nos rirmos da nossa própria figura. É uma virtude difícil de encontrar, porque colide com a ideia de solidez sóbria das pessoas sérias. Uma herança serôdia.

É de louvar a intenção, mas ficar-se-à por aqui. A auto-crítica não deverá estar circunscrita aos humoristas, nem radicar-se na deprimente introspeção colectiva da maledicência.

Desafio-vos a gozarem-se, ou gozarem-me, mas este último é um exercício sem grande desafio…