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Mário Cláudio, obrigado pelo seu regresso à crónica. É um dos últimos portadores daquela matéria léxical que compõe o sarcasmo camiliano, uma espécie em vias de extinção, ameaçada que está pela terraplanagem da uniformidade e simplicidade de mensagem, a mais vil pantomina da imbecilidade.

Peço-lhe desculpa por usar a seu engenho com catapulta de ressabiamento, uma vileza também; mas a escassez de cronistas que desprezam a bela arte, quer por inabilidade quer por preguiça,  é aviltante, dada a quantidade dessa fauna que pasta por esses jornais fora.

Os arquivos do Expresso da “A agenda de Mário Cláudio”.